sexta-feira, 24 de agosto de 2018

AGUARELAS

O lápis e a caneta são há muito tempo as minhas ferramentas de desenho. Material prático e barato. Em 2005 apresentei na Casa da Cultura Cesar de Oliveira uma exposição de doze telas pintadas a acrílico. Aparentemente, seria princípio de uma carreira como pintor. Eu não pensava assim. Apesar da exposição ter sido um sucesso, a minha relação com tintas e pinceis não era a melhor. Sentia e sinto algum talento no desenho, mas a pintura não é desenho. Um bom desenhador não tem que ser um bom pintor e um bom pintor pode nem saber desenhar. Assim a exposição “Fantasia Vagabunda” de 2005, foi mais o culminar de uma série de experiências do que o início de qualquer outra coisa. Arrumei pinceis e tintas num caixote e comprei canetas e lápis de cor. Apliquei-me na esferográfica BIC, demonstrando que algo tão barato e vulgar é uma ferramenta de desenho com grandes potencialidades. Fui informando as pessoas de que não era pintor, mas sim desenhador. Recentemente deu-me para abrir o tal caixote e encontrei uma caixa de aguarelas por estrear. Fui buscar papel e pinceis e tratei de colorir uns desenhos simples. Gostei do resultado e em duas semanas já produzi umas trinta aguarelas. Será uma fase ou será que ainda vou ser pintor aguarelista? Claro que não vou abandonar as canetas e os lápis, assim como não ponho de lado a hipótese de voltar ao acrílico sobre tela. Também posso abandonar isso tudo e voltar à escrita com mais afinco. Logo se vê. Felizmente sou livre para ir para onde quiser.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

UM DESENHO...


Papel, caneta BIC… uns riscos… a lembrança de um desenho que vi algures e de que gostei. Influenciado por essa visão que guardo na memória, as linhas vão dando forma a um desenho fantasista. No final até gostei, mas não assinei. Há a mágoa de não ser original. Poderei fazer mais desenhos deste género, mas só se esquecer a imagem que me influenciou e encontrar o meu caminho.



UM REGRESSO


O REGRESSO DE UM BLOG MAIS INTIMISTA, MAIS PESSOAL…